A concorrência internacional está mudando as condições do mercado de moldes e estampos.

Se antes o preço era um dos principais atrativos dos fornecedores chineses, hoje eles também disputam espaço com qualidade, prazos e previsibilidade de entrega.

Para as ferramentarias brasileiras, esse cenário amplia a necessidade de rever processos, atualizar conhecimentos e avaliar como a tecnologia pode contribuir para a evolução da engenharia e da fabricação.

Em entrevista ao portal Máquinas e Metais, Glauber Longo, diretor da TopSolid’Brazil, analisa os desafios dessa transformação e discute o papel da modernização tecnológica na preparação das empresas para as novas exigências do mercado.

O que está em questão para as ferramentarias brasileiras?

A reportagem aborda pontos importantes do setor, como a concorrência internacional e o papel da tecnologia na modernização dos processos industriais.

Então, quais caminhos podem ajudar as empresas a se posicionarem diante dos desafios?


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