A competitividade da ferramentaria começa muito antes da fabricação

A competitividade da ferramentaria começa muito antes da fabricação

A competitividade da ferramentaria começa muito antes da fabricação

Em artigo publicado na revista Ferramental, Glauber Longo, diretor da TopSolid’Brazil, analisa os desafios da ferramentaria e a importância de conectar engenharia, informação e manufatura desde as primeiras etapas do projeto

A competitividade de uma ferramentaria não é definida apenas no chão de fábrica. As decisões tomadas na engenharia influenciam diretamente o desenvolvimento, a fabricação e a capacidade de responder às demandas de um mercado cada vez mais exigente.

É a partir dessa perspectiva que Glauber Longo apresenta o artigo “A competitividade da ferramentaria começa muito antes da fabricação”, discutindo os desafios do setor e a importância de preservar informações e conhecimento ao longo de todo o processo.

Entre os pontos abordados estão:
• Atrasos e retrabalhos provocados por informações desatualizadas ou processos não sincronizados;
• Integração entre CAD e CAM e continuidade das informações entre as etapas;
• A engenharia como ponto de partida para antecipar decisões que impactam a fabricação;
• Design for Manufacturing (DFM) aplicado ao desenvolvimento de ferramentais.

Engenharia e manufatura conectadas
Na ferramentaria, evitar impactos nas diferentes etapas dos processos produtivos significa considerar aspectos desde a fabricação até o chão de fábrica.

O artigo aponta a conexão dos processos como uma estratégia relevante para o setor.

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Movimentos da Indústria Moveleira: Tecnologia integrada para a indústria moveleira conecta informação, produção e crescimento

Movimentos da Indústria Moveleira: Tecnologia integrada para a indústria moveleira conecta informação, produção e crescimento

Como a tecnologia vem ajudando fabricantes e marceneiros a responder às novas exigências de produtividade, personalização e competitividade do mercado

Nos conteúdos anteriores desta série, mostramos como as mudanças no comportamento do consumidor estão transformando a indústria moveleira e quais desafios ainda limitam a produtividade e a competitividade do setor. (links)

Neste terceiro capítulo, mostramos como a tecnologia integrada para a indústria moveleira vem apoiando fabricantes e marceneiros na busca por operações mais organizadas, eficientes e preparadas para responder às novas exigências do mercado.

Esse será um dos temas apresentados pela TopSolid durante a ForMóbile 2026.

A indústria moveleira opera em um cenário cada vez mais complexo

A demanda por móveis personalizados, a redução dos espaços residenciais e a necessidade de entregas mais rápidas ampliaram a complexidade das operações.

Hoje, fabricantes e marceneiros precisam lidar com uma quantidade crescente de projetos, variações de produtos, revisões técnicas e informações que circulam entre diferentes áreas da empresa. Nesse ambiente, manter o controle dos processos tornou-se tão importante quanto produzir com qualidade.

Quando a informação não acompanha o processo

Muitas empresas ainda administram informações por meio de planilhas, documentos isolados e trocas manuais de dados entre setores.

Esse modelo pode funcionar em operações mais simples, mas tende a gerar dificuldades à medida que a empresa cresce, amplia seu portfólio ou aumenta o volume de projetos personalizados.

Desenhos desatualizados, revisões desencontradas, retrabalho e dificuldades de comunicação entre áreas são situações que impactam diretamente a produtividade e a previsibilidade da operação.

A digitalização passa a ocupar um papel estratégico

Diante desse cenário, a digitalização vem sendo adotada como um caminho para organizar informações, estruturar processos e ampliar a capacidade de gestão das empresas.

A proposta não está apenas na automação de tarefas, mas na criação de um fluxo de informações mais consistente entre projeto, engenharia, produção e gestão.

Quando os dados circulam de forma organizada, as decisões se tornam mais rápidas, os processos ganham maior controle e a operação passa a responder com mais eficiência às demandas do mercado.

Como a TopSolid apoia essa transformação

A TopSolid atua nesse contexto por meio de tecnologias voltadas à integração das etapas que compõem a operação da indústria moveleira.

Entre elas estão o TopSolid’Wood, para projeto e engenharia de móveis; o TopSolid’WoodCam, para programação CNC; e as soluções ARDIS, voltadas à otimização de chapas, aproveitamento de matéria-prima e gestão da produção.

O objetivo é permitir que as informações acompanhem o produto ao longo de todo o processo, desde o desenvolvimento do projeto até a fabricação.

Tecnologia integrada para a indústria moveleira estará em destaque na ForMóbile 2026

Durante a ForMóbile 2026, a TopSolid’Brazil apresentará como a integração entre projeto, engenharia, manufatura e gestão da informação pode contribuir para operações mais organizadas e competitivas.

A proposta é demonstrar como fabricantes e marceneiros podem estruturar seus processos para responder com mais eficiência às exigências atuais de produtividade, personalização e controle operacional.

A ForMóbile é um dos principais encontros da cadeia moveleira da América Latina, reunindo fabricantes, marceneiros, arquitetos, designers, fornecedores de tecnologia e especialistas do setor.

Programe-se e venha conhecer as novidades para o setor moveleiro na Formóbile

Data: 30 de junho a 03 de julho de 2026
Horário: 10h às 19h
Local: São Paulo Expo
Credenciamento gratuito: Faça sua inscrição aqui

 

Metalmecânica enfrentará escassez de profissionais qualificados: Senai atua para capacitar uma nova geração

Metalmecânica enfrentará escassez de profissionais qualificados: Senai atua para capacitar uma nova geração

Metalmecânica enfrentará escassez de profissionais qualificados: Senai atua para capacitar uma nova geração

Levantamento a CNI aponta que o Brasil precisa qualificar 14 milhões de profissionais até 2027. Metalmecânica é uma das áreas que estima a necessidade de 175,4 mil profissionais para trabalhos de soldagem e corte de ligas metálicas, caldeiraria e serralheria

  

O mercado de trabalho está se transformando dia a dia, à medida que as novas tecnologias são aplicadas. Como reflexo dessa evolução, surge a escassez de profissionais qualificados.

 Com visão estratégica para que a indústria brasileira volte a ser protagonista no cenário mundial, o Senai – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – desenvolveu um programa para capacitar novos profissionais com o que há de mais moderno em termos de soluções, equipamentos e infraestrutura fabril.

 O programa é baseado em parcerias com empresas privadas, que por sua vez disponibilizam as tecnologias primordiais para que o curso seja um dos mais relevantes mundialmente, como é considerado atualmente.

 A TopSolid’Brasil é uma das parceiras do Senai nesse projeto que já está trazendo frutos ao setor com a oferta de profissionais qualificados para atuarem nos modelos da indústria 4.0.

 Pesquisa destaca a necessidade de novos profissionais até 2027

O Mapa do Trabalho Industrial 2025-2027 – recente levantamento elaborado pelo Observatório Nacional da Indústria (ONI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) –, revelou que o Brasil precisará qualificar cerca de 14 milhões de profissionais até 2027 para atender às demandas de setores em crescimento, como logística, construção, manutenção e metalmecânica.

 O estudo destaca a necessidade de mais de 2,2 milhões de novos trabalhadores, além da requalificação de outros 11,8 milhões. Na área de metalmecânica, a demanda por profissionais qualificados é particularmente alta, com uma estimativa de 175,4 mil novos profissionais para atuar em soldagem, corte de ligas metálicas, caldeiraria e serralheria.

 Formação de novos talentos para garantir o futuro da indústria

Esse estudo também oferece apoio ao Senai para o planejamento de cursos que são subsidiados para capacitação de jovens aprendizes.

 Uma das iniciativas do Senai é o Programa de Formação e Capacitação Profissional, que abrange três pilares: ferramentarias de corte, dobra e repuxo; ferramentarias de moldes de injeção de plásticos; e indústria de usinagens especiais e aeroespaciais.

 O programa está disponível nas modalidades Formação Inicial e Continuada (FIC), que é ideal para qualificar tanto os jovens talentos como atualizar profissionais que buscam ampliar seus conhecimentos e habilidades no mercado.

 Parceria TopSolid e Senai

Como uma das parceiras nesse programa, a TopSolid’Brasil disponibiliza soluções tecnológicas de última geração. Aplicando as mais modernas ferramentas do mercado, como os softwares CAD, CAM, PMD, CAV e CAO, os alunos são treinados para desenvolver estratégias de usinagem, simular processos produtivos e validar todas as etapas com precisão.

 O curso traz uma abordagem que combina 30% de teoria e 70% de prática, proporcionando uma imersão nas rotinas industriais e nos desafios reais.

 TopSolid: Um convite ao apoio dos futuros profissionais da indústria

A TopSolid’Brasil acredita que o sucesso da indústria do futuro está diretamente relacionado à qualidade da formação dos seus profissionais.

 “Essa iniciativa do Senai, com o apoio das empresas privadas, cria uma ponte entre a educação e o mercado de trabalho, e ainda oferece às empresas a oportunidade de contratar profissionais altamente qualificados, prontos para atuar em processos automatizados e complexos”, ressalta Glauber Longo, diretor comercial da TopSolid’Brasil.

 “Por isso, convidamos as empresas do setor a apoiarem essa iniciativa, contratando os jovens formados pelo programa de capacitação do Senai. Além de suprir a escassez de mão de obra, as indústrias também se beneficiam de um fluxo constante de talentos capacitados com o que há de mais moderno em tecnologia”, enfatiza o diretor.

 O futuro da indústria brasileira está em nossas mãos, e a parceria entre a TopSolid’Brasil e o Senai é um exemplo de como iniciativas de capacitação profissional podem transformar o setor.

Como o design 3D e a engenharia digital podem otimizar os relatórios de progresso

Como o design 3D e a engenharia digital podem otimizar os relatórios de progresso

Na fase de design de um projeto muitos elementos podem variar até chegar à reta final. Por isso se faz necessário a elaboração de um bom relatório de progresso. Mas como tornar essa tarefa mais fluida? Confira!

Quando um projeto começa a dar errado, a organização e a documentação em particular, como relatórios de progresso, geralmente são as primeiras coisas que desaparecem. No entanto, eles são extremamente importantes para todas as partes interessadas.

Na indústria, a produção regular desses documentos pode levar muito tempo e, muitas vezes, produz resultados infrutíferos ou inutilizáveis. Mas, graças ao design 3D e à engenharia digital, é possível produzir rapidamente documentos compreensíveis e visualizações eficientes que fornecem aos clientes uma visão clara do estado do progresso do projeto.

O que é um relatório de progresso?

Você provavelmente já sabe o que são relatórios de progresso. Por outro lado, você pode não entender todas as sutilezas ou, pior ainda, pode pensar que eles são inúteis. Por isso, é necessário deixar claro que os relatórios de progresso são usados ​​para acompanhar e comunicar o status de um projeto para todos os departamentos interessados.

Ele fornece uma visão geral das atividades e tarefas concluídas, os resultados alcançados e quaisquer problemas. Relatórios de progresso podem ser usados ​​para avaliar o estado do progresso de um projeto e tomar decisões com base em informações atualizadas. Um projeto CAD 3D para projetar uma máquina, por exemplo, pode conter as seguintes informações:

Uma descrição do projeto: O relatório pode começar com uma descrição detalhada do projeto que contém o objetivo do projeto, as especificações necessárias, as restrições técnicas, os requisitos funcionais e os prazos planejados.

Etapas do projeto: Uma visão geral das várias etapas do projeto que são seguidas para projetar a máquina usando CAD 3D. Pode incluir a modelagem 3D inicial, a criação dos conjuntos, a adição de funcionalidade específica, a otimização de desempenhos, entre outros pontos.

Modelos 3D: Apresentar os modelos 3D que são produzidos para a máquina usando software CAD 3D. Esses modelos podem mostrar a estrutura da máquina, os componentes individuais, as conexões e os mecanismos etc. Eles são usados ​​para visualizar e validar o design.

Resultados das simulações: Os resultados de uma simulação feita para avaliar o desempenho da máquina podem ser incluídos no relatório de progresso, como análises da resistência dos materiais, simulações de movimento, testes de colisão, entre outros.

Problemas encontrados: Mencione os problemas encontrados ao longo do processo de design. Neste ponto, dificuldades técnicas, limitações do software CAD, restrições de fabricação, entre outras questões, são levantadas, para que as medidas para resolver problemas sejam avaliadas.

Progresso em relação ao plano inicial: O relatório pode fornecer uma comparação entre o estado real do progresso do projeto e o plano inicial. Essa comparação pode ser usada para ver se o projeto está adiantado, atrasado ou dentro do cronograma. Quaisquer desvios podem ser explicados e ajustes podem ser sugeridos.

Colaboração e comunicação: Para manter o registro das interações com os outros membros da equipe de design, fornecedores, parceiros ou clientes. Isso inclui reuniões, trocas de informações, solicitações de esclarecimentos, entre outros aspectos para uma comunicação transparente.

Os próximos passos: O relatório de status pode ser fechado destacando os próximos passos do projeto, como tarefas restantes, as entregas planejadas e testes a serem realizados.

É sempre possível simplificar o nível de detalhes dos relatórios e manter apenas as informações que são realmente úteis.

Como um relatório de progresso afeta a execução de um projeto?

Os relatórios de progresso são parte do processo global de gerenciamento de projetos e desempenham um papel essencial. Eles são programados nas fases de planejamento e concluídos durante as fases de execução. São usados ​​para identificar quaisquer desvios e tomar medidas corretivas nas fases de monitoramento e controle, facilitando a comunicação entre as partes interessadas e as informações coletadas podem ser usadas para reavaliar e ajustar o projeto.

Como o design 3D colaborativo ajuda a produzir relatórios de progresso

Na fase de design de um projeto, você não precisa necessariamente de uma renderização em tempo real. Você não chegou ao fim do projeto, e muitos elementos ainda podem variar. No entanto, você pode querer comunicar o projeto como está para uma parte externa, como o cliente, que pode solicitar um relatório de progresso a qualquer momento. Você deve ser capaz de propor um modelo 3D, o que pode ser feito de duas maneiras: apenas o visual ou o visual com a estrutura de árvore das peças.

Nesse caso, você tem três possibilidades:

1 – Produzir uma visualização fora do projeto em seu estado atual na forma de uma visualização 3D que não é necessariamente realista. Chamamos isso de TopSolid’Viewer: fornecemos os dados, então o parceiro os carrega e pode ver a mesma coisa que em nossa estação de trabalho.

2 – Autorizar um usuário a fazer login em um Product Data Manager (PDM) para que ele possa ver sua máquina em uma interface web simples, em um telefone celular ou em um tablet móvel. Em termos concretos, enviamos a eles um link de acesso.

3 – O último método consiste em enviar um link simples por e-mail para que o usuário faça login no site onde compartilhamos os dados 3D.

Quando o relatório de progresso de um projeto CAD 3D deve ser enviado?

O processo descrito acima pode ocorrer várias vezes no ciclo de design do produto. A ideia é alinhar com o cliente, que pode fazer as alterações e ajustes necessários para garantir o melhor resultado para seu projeto.

O histórico deve acompanhar todas essas interações, que é onde o PDM entra em jogo. Com o uso do PDM é possível visualizar tudo o que aconteceu. Tudo é rastreado no ambiente de gerenciamento.

Quando você chega ao final do seu projeto, após inúmeras trocas e discussões, pode iniciar a revisão em realidade virtual. Este ainda é um processo interativo, e você pode querer voltar atrás em certas escolhas de design.

Se você voltar atrás nas etapas de design “manualmente”, o processo pode se tornar complexo que é incontrolável. É melhor ter um sistema que seja inteligente o suficiente para reconstruir tudo sozinho, caso contrário, pode levar muito tempo.

Product Data Manager: a base para um bom relatório de progresso

Como você já deve ter observado em seus projetos, cada pessoa e cada empresa pode ter sua própria definição do que um relatório de progresso deve ser. Existem infinitas variações, desde nenhum formalismo (o cliente não sabe nada ou, pelo contrário, tem acesso total em tempo real, mas sem explicações), até um documento complexo e às vezes totalmente inutilizável.

Quer saber mais sobre as soluções que ajudam sua empresa a gerar e entender relatórios que realmente apoiam no desenvolvido de seus projetos?

Entre em contato com nossos especialistas e tire suas dúvidas.

Fonte: https://blog.topsolid.com/en/3d-design-digital-engineering/

 

XII Encontro Tecnológico Bener enaltece a inovação e traz conhecimento para a indústria brasileira

XII Encontro Tecnológico Bener enaltece a inovação e traz conhecimento para a indústria brasileira

A reunião de cerca de 80 empresas permitiu ao evento expor uma variedade de soluções e serviços, marcando o encontro como um espaço de inovação para a indústria

Nos dias 1, 2 e 3 de outubro, a Bener Máquinas realizou seu XII Encontro Tecnológico, reunindo cerca de 80 empresas que expuseram máquinas, equipamentos e soluções inovadoras para a indústria.

Em nosso estande, apresentamos os softwares que aprimoram a qualidade da produção industrial por estarem alinhados ao conceito de Fábrica Digital Integrada. Esses sistemas se conectam para otimizar o processo produtivo, proporcionando mais precisão e agilidade.

Além das empresas expositoras, o ‘Encontro’ ofereceu palestras técnicas de alto nível, ministradas por profissionais renomados. Entre esses executivos, nosso diretor comercial, Glauber Longo, palestrou sobre o tema “Garantindo a Eficiência e Produtividade com a Fábrica Digital Integrada da TopSolid“.

Ele abordou o modelo de ‘produção contra projeto’, no qual cada produto é personalizado para atender às necessidades específicas dos clientes. Também destacou vantagens como alta personalização, integração de engenharia e produção.

Glauber ressaltou os desafios de gestão complexa e prazos mais longos na produção contra projeto, mas demonstrou que as dificuldades podem ser superadas com soluções integradas, que garantem eficiência, controle de qualidade e custos reduzidos.

Ao final do XII Encontro Tecnológico, a TopSolid’Brasil comemorou sua participação e os resultados alcançados.

De acordo com nossos especialistas, Ricardo Dick e Matheus Arruda, foram três dias intensos de atualizações sobre as principais tendências do setor e troca de experiências.

A TopSolid’Brasil recebeu a visita de clientes e parceiros – executivos de empresas de grande expressão no setor. Isso reforçou o sentimento de que o evento é um ponto de encontro para empresas comprometidas em inovar e cooperar com o crescimento da indústria brasileira.

Agradecemos a todos que estiveram presentes e fazemos um agradecimento especial para Ricardo Lerner, que promoveu o XII Encontro Tecnológico com toda excelência!

 

Confira a visita de nossos parceiros e clientes no vídeo abaixo!