Engenharia digital integrada: por que a indústria busca soluções tecnológicas mais conectadas

Engenharia digital integrada: por que a indústria busca soluções tecnológicas mais conectadas

A crescente interdependência entre engenharia, dados e manufatura está mudando a forma como as indústrias escolhem suas tecnologias

No artigo anterior, apresentamos os desafios da indústria moderna ligados ao aumento da complexidade produtiva, à gestão de dados técnicos e à necessidade de integração entre diferentes áreas da operação.

O avanço da complexidade industrial tem provocado mudanças na forma como as empresas avaliam e adotam tecnologias. Quanto mais os processos se tornam interdependentes, cresce a percepção de que ferramentas isoladas não sustentam a eficiência e a previsibilidade das operações.

Desta forma, a engenharia digital integrada pode ser entendida como a capacidade de conectar projeto, programação e manufatura em um fluxo contínuo de informações técnicas.

“Nesta série: Desafios da indústria moderna”

Este artigo faz parte de uma série que analisa como o aumento da complexidade produtiva tem influenciado a forma como as indústrias avaliam tecnologias e estruturam suas operações.

Parte 1 | Desafios da indústria moderna: como eles impactam na decisão por novas tecnologias?
Parte 2 | Engenharia digital integrada: por que a indústria busca soluções tecnológicas mais conectadas
Parte 3 | Da engenharia digital integrada às aplicações industriais: o que a TopSolid apresentará na FEIMEC

Como os desafios da indústria impulsionam a busca por soluções tecnológicas integradas?

Atualmente, ainda coexistem dois comportamentos distintos na aquisição de tecnologias:

pequenas e médias empresas costumam adotar soluções motivadas por dores específicas e urgentes, buscando resolver problemas pontuais dentro da operação;

  • já organizações com maior maturidade digital percebem os custos ocultos da fragmentação de sistemas e começam a priorizar plataformas integradas.

A continuidade do fluxo de informações entre projeto, engenharia e manufatura torna-se cada vez mais importante. Por isso, soluções capazes de conectar diferentes etapas do processo produtivo passam a ter papel estratégico nas operações industriais.

É por isso que muitos fornecedores buscam equilibrar duas abordagens:

  • oferecer entrada modular, que permita atender demandas específicas;
  • manter uma visão de ecossistema integrado, no qual as diferentes ferramentas funcionam como parte de uma estrutura tecnológica mais ampla.

Desafios operacionais e o papel da engenharia digital integrada

Mesmo com a evolução das tecnologias, algumas dificuldades continuam presentes nas operações industriais, como a falta de integração entre sistemas CAD, CAM e PDM, o retrabalho e a dependência de profissionais que são peça-chave em certas operações.

Assim como, a falta de organização do histórico de projetos, a padronização de processos e a baixa visibilidade sobre o que acontece no chão de fábrica.

A engenharia digital integrada conecta projeto, programação e manufatura em um fluxo estruturado de informações, contribuindo para reduzir inconsistências de dados e facilitar a padronização de procedimentos.

De forma geral, esses desafios mostram que a competitividade industrial depende cada vez mais da capacidade das indústrias de integrar processos, preservar conhecimento técnico e aumentar a previsibilidade das operações.

O novo papel dos fornecedores de tecnologia na transformação digital da indústria

Esse contexto exige mudanças na forma como fornecedores de tecnologia se comunicam com o mercado industrial.

Durante muitos anos, o discurso esteve concentrado em funcionalidades técnicas. Hoje, os decisores buscam compreender com mais clareza os impactos dessas tecnologias sobre produtividade, estabilidade operacional e retorno financeiro.

Por essa razão, fornecedores de soluções para a indústria tendem a assumir um papel mais ativo nas discussões sobre transformação digital. A comunicação evolui para uma abordagem orientada a resultados. Demonstrar redução de riscos, ganhos de eficiência e previsibilidade operacional é mais importante do que apresentar recursos técnicos.

A discussão sobre tecnologia industrial também precisa dialogar com diferentes níveis de decisores, incluindo gestores, diretores e proprietários, mais interessados nos impactos estratégicos das soluções.

Mais do que apresentar ferramentas, espera-se que esses parceiros ajudem a orientar decisões, aprofundar debates sobre maturidade tecnológica e estimular reflexões sobre integração e eficiência sistêmica.

Ao atuar dessa forma, o fornecedor deixa de competir apenas em funcionalidades ou preço e passa a ocupar um espaço mais estratégico dentro das organizações, contribuindo para a construção de operações industriais mais estáveis, integradas e competitivas.

Série: Desafios da indústria moderna. Como eles impactam na decisão por novas tecnologias?

Série: Desafios da indústria moderna. Como eles impactam na decisão por novas tecnologias?

Mudanças no ambiente produtivo têm levado as indústrias a repensar como estruturam sistemas, dados e processos ao longo de toda a cadeia de produção

O aumento da complexidade produtiva, o crescimento do volume de dados industriais e a necessidade de maior integração entre diferentes áreas têm ampliado o nível de exigência dentro das operações industriais.

Atualmente, estas empresas convivem com pressões constantes e, como consequência, decisões relacionadas ao uso das tecnologias passam a ter um peso estratégico dentro das organizações.

Essas decisões devem estar baseadas nos principais desafios da indústria, que são:

  • pressão por redução de custos sem comprometer qualidade;
  • aumento da complexidade dos processos produtivos;
  • perda de dados entre áreas etapas da produção;
  • dificuldade de integração entre sistemas;
  • escassez de mão de obra técnica especializada.

“Nesta série: Desafios da indústria moderna”

Este artigo faz parte de uma série que analisa como o aumento da complexidade produtiva tem influenciado a forma como as indústrias avaliam tecnologias e estruturam suas operações.

Parte 1 | Desafios da indústria moderna: como eles impactam na decisão por novas tecnologias?
Parte 2 | Engenharia digital integrada: por que a indústria busca soluções tecnológicas mais conectadas
Parte 3 | Da engenharia digital integrada às aplicações industriais: o que a TopSolid apresentará na FEIMEC

Como esses fatores impactam a operação industrial

Entre os efeitos mais relevantes desse contexto está a falta de integração entre sistemas como CAD, CAM e PDM. Em muitas indústrias, atividades como projetar, programar e produzir são realizadas por meio de diferentes sistemas, o que gera inconsistências de dados e retrabalho entre as etapas produtivas.

A dispersão das informações também prejudica a organização e a preservação de dados, limitando o reaproveitamento do conhecimento sobre projetos, nos ajustes de produção e nas decisões técnicas.

Outro fator é a baixa visibilidade sobre o desempenho real da operação. Sem uma conexão consistente entre sistemas e áreas produtivas, torna-se mais difícil identificar gargalos, padronizar procedimentos e promover melhorias contínuas.

Estes problemas estão ligados ao avanço da digitalização industrial. Mesmo com a disponibilidade de ferramentas capazes de conectar diferentes etapas da produção, muitas empresas não conseguem coordenar o fluxo de informações entre as áreas de desenvolvimento e produção. 

A decisão de compra: como compreender o valor das soluções integradas?

Nesse ambiente mais complexo, os critérios que orientam a escolha de tecnologias ganham outro viés. Antes, a avaliação estava concentrada nas funcionalidades técnicas. Mas agora, os decisores passem a considerar fatores como estabilidade da operação e a mitigação de riscos no processo produtivo.

Porém, muitas indústrias enfrentam um ponto crítico na jornada de decisão: compreender com clareza o valor das soluções integradas.

No início do contato com fornecedores de soluções, há o interesse da indústria em conhecer novas possibilidades e fazer uma avaliação técnica. Já na etapa da decisão, a discussão tende a se concentrar em aspectos financeiros. É nesse intervalo que aparecem as maiores barreiras.

Durante o processo de análise surgem comparações com ferramentas já utilizadas, a preocupação com o aprendizado das equipes e questões sobre a implementação na rotina da empresa. Este é o momento ideal para transformar conceitos técnicos em resultados tangíveis.

Demonstrações práticas, simulações e evidências concretas de produtividade ajudam a tornar os benefícios mais claros para os decisores. Ferramentas capazes de estimar indicadores como retorno sobre investimento (ROI) e tempo de payback desempenham papel relevante nesse processo, ao mensurar ganhos, eficiência e aproveitamento de recursos.

Conclusão

Por que os desafios da indústria exigem novas abordagens tecnológicas?

De forma geral, a competitividade depende da capacidade das indústrias lidarem com três fatores estruturais:

  • Complexidade crescente da produção: As operações industriais envolvem cada vez mais dados, sistemas e etapas interdependentes.
  • Gestão do conhecimento técnico: Organizar informações de engenharia e manufatura torna-se essencial para reduzir a dependência de profissionais.
  • Maior necessidade de previsibilidade operacional: Empresas precisam reduzir erros, retrabalho e perdas produtivas para serem competitivas.

Esse cenário abre espaço para uma discussão mais profunda sobre integração de processos e engenharia digital — tema que será abordado no próximo artigo do nosso blog.

Metalmecânica enfrentará escassez de profissionais qualificados: Senai atua para capacitar uma nova geração

Metalmecânica enfrentará escassez de profissionais qualificados: Senai atua para capacitar uma nova geração

Metalmecânica enfrentará escassez de profissionais qualificados: Senai atua para capacitar uma nova geração

Levantamento a CNI aponta que o Brasil precisa qualificar 14 milhões de profissionais até 2027. Metalmecânica é uma das áreas que estima a necessidade de 175,4 mil profissionais para trabalhos de soldagem e corte de ligas metálicas, caldeiraria e serralheria

  

O mercado de trabalho está se transformando dia a dia, à medida que as novas tecnologias são aplicadas. Como reflexo dessa evolução, surge a escassez de profissionais qualificados.

 Com visão estratégica para que a indústria brasileira volte a ser protagonista no cenário mundial, o Senai – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – desenvolveu um programa para capacitar novos profissionais com o que há de mais moderno em termos de soluções, equipamentos e infraestrutura fabril.

 O programa é baseado em parcerias com empresas privadas, que por sua vez disponibilizam as tecnologias primordiais para que o curso seja um dos mais relevantes mundialmente, como é considerado atualmente.

 A TopSolid’Brasil é uma das parceiras do Senai nesse projeto que já está trazendo frutos ao setor com a oferta de profissionais qualificados para atuarem nos modelos da indústria 4.0.

 Pesquisa destaca a necessidade de novos profissionais até 2027

O Mapa do Trabalho Industrial 2025-2027 – recente levantamento elaborado pelo Observatório Nacional da Indústria (ONI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) –, revelou que o Brasil precisará qualificar cerca de 14 milhões de profissionais até 2027 para atender às demandas de setores em crescimento, como logística, construção, manutenção e metalmecânica.

 O estudo destaca a necessidade de mais de 2,2 milhões de novos trabalhadores, além da requalificação de outros 11,8 milhões. Na área de metalmecânica, a demanda por profissionais qualificados é particularmente alta, com uma estimativa de 175,4 mil novos profissionais para atuar em soldagem, corte de ligas metálicas, caldeiraria e serralheria.

 Formação de novos talentos para garantir o futuro da indústria

Esse estudo também oferece apoio ao Senai para o planejamento de cursos que são subsidiados para capacitação de jovens aprendizes.

 Uma das iniciativas do Senai é o Programa de Formação e Capacitação Profissional, que abrange três pilares: ferramentarias de corte, dobra e repuxo; ferramentarias de moldes de injeção de plásticos; e indústria de usinagens especiais e aeroespaciais.

 O programa está disponível nas modalidades Formação Inicial e Continuada (FIC), que é ideal para qualificar tanto os jovens talentos como atualizar profissionais que buscam ampliar seus conhecimentos e habilidades no mercado.

 Parceria TopSolid e Senai

Como uma das parceiras nesse programa, a TopSolid’Brasil disponibiliza soluções tecnológicas de última geração. Aplicando as mais modernas ferramentas do mercado, como os softwares CAD, CAM, PMD, CAV e CAO, os alunos são treinados para desenvolver estratégias de usinagem, simular processos produtivos e validar todas as etapas com precisão.

 O curso traz uma abordagem que combina 30% de teoria e 70% de prática, proporcionando uma imersão nas rotinas industriais e nos desafios reais.

 TopSolid: Um convite ao apoio dos futuros profissionais da indústria

A TopSolid’Brasil acredita que o sucesso da indústria do futuro está diretamente relacionado à qualidade da formação dos seus profissionais.

 “Essa iniciativa do Senai, com o apoio das empresas privadas, cria uma ponte entre a educação e o mercado de trabalho, e ainda oferece às empresas a oportunidade de contratar profissionais altamente qualificados, prontos para atuar em processos automatizados e complexos”, ressalta Glauber Longo, diretor comercial da TopSolid’Brasil.

 “Por isso, convidamos as empresas do setor a apoiarem essa iniciativa, contratando os jovens formados pelo programa de capacitação do Senai. Além de suprir a escassez de mão de obra, as indústrias também se beneficiam de um fluxo constante de talentos capacitados com o que há de mais moderno em tecnologia”, enfatiza o diretor.

 O futuro da indústria brasileira está em nossas mãos, e a parceria entre a TopSolid’Brasil e o Senai é um exemplo de como iniciativas de capacitação profissional podem transformar o setor.

Como o design 3D e a engenharia digital podem otimizar os relatórios de progresso

Como o design 3D e a engenharia digital podem otimizar os relatórios de progresso

Na fase de design de um projeto muitos elementos podem variar até chegar à reta final. Por isso se faz necessário a elaboração de um bom relatório de progresso. Mas como tornar essa tarefa mais fluida? Confira!

Quando um projeto começa a dar errado, a organização e a documentação em particular, como relatórios de progresso, geralmente são as primeiras coisas que desaparecem. No entanto, eles são extremamente importantes para todas as partes interessadas.

Na indústria, a produção regular desses documentos pode levar muito tempo e, muitas vezes, produz resultados infrutíferos ou inutilizáveis. Mas, graças ao design 3D e à engenharia digital, é possível produzir rapidamente documentos compreensíveis e visualizações eficientes que fornecem aos clientes uma visão clara do estado do progresso do projeto.

O que é um relatório de progresso?

Você provavelmente já sabe o que são relatórios de progresso. Por outro lado, você pode não entender todas as sutilezas ou, pior ainda, pode pensar que eles são inúteis. Por isso, é necessário deixar claro que os relatórios de progresso são usados ​​para acompanhar e comunicar o status de um projeto para todos os departamentos interessados.

Ele fornece uma visão geral das atividades e tarefas concluídas, os resultados alcançados e quaisquer problemas. Relatórios de progresso podem ser usados ​​para avaliar o estado do progresso de um projeto e tomar decisões com base em informações atualizadas. Um projeto CAD 3D para projetar uma máquina, por exemplo, pode conter as seguintes informações:

Uma descrição do projeto: O relatório pode começar com uma descrição detalhada do projeto que contém o objetivo do projeto, as especificações necessárias, as restrições técnicas, os requisitos funcionais e os prazos planejados.

Etapas do projeto: Uma visão geral das várias etapas do projeto que são seguidas para projetar a máquina usando CAD 3D. Pode incluir a modelagem 3D inicial, a criação dos conjuntos, a adição de funcionalidade específica, a otimização de desempenhos, entre outros pontos.

Modelos 3D: Apresentar os modelos 3D que são produzidos para a máquina usando software CAD 3D. Esses modelos podem mostrar a estrutura da máquina, os componentes individuais, as conexões e os mecanismos etc. Eles são usados ​​para visualizar e validar o design.

Resultados das simulações: Os resultados de uma simulação feita para avaliar o desempenho da máquina podem ser incluídos no relatório de progresso, como análises da resistência dos materiais, simulações de movimento, testes de colisão, entre outros.

Problemas encontrados: Mencione os problemas encontrados ao longo do processo de design. Neste ponto, dificuldades técnicas, limitações do software CAD, restrições de fabricação, entre outras questões, são levantadas, para que as medidas para resolver problemas sejam avaliadas.

Progresso em relação ao plano inicial: O relatório pode fornecer uma comparação entre o estado real do progresso do projeto e o plano inicial. Essa comparação pode ser usada para ver se o projeto está adiantado, atrasado ou dentro do cronograma. Quaisquer desvios podem ser explicados e ajustes podem ser sugeridos.

Colaboração e comunicação: Para manter o registro das interações com os outros membros da equipe de design, fornecedores, parceiros ou clientes. Isso inclui reuniões, trocas de informações, solicitações de esclarecimentos, entre outros aspectos para uma comunicação transparente.

Os próximos passos: O relatório de status pode ser fechado destacando os próximos passos do projeto, como tarefas restantes, as entregas planejadas e testes a serem realizados.

É sempre possível simplificar o nível de detalhes dos relatórios e manter apenas as informações que são realmente úteis.

Como um relatório de progresso afeta a execução de um projeto?

Os relatórios de progresso são parte do processo global de gerenciamento de projetos e desempenham um papel essencial. Eles são programados nas fases de planejamento e concluídos durante as fases de execução. São usados ​​para identificar quaisquer desvios e tomar medidas corretivas nas fases de monitoramento e controle, facilitando a comunicação entre as partes interessadas e as informações coletadas podem ser usadas para reavaliar e ajustar o projeto.

Como o design 3D colaborativo ajuda a produzir relatórios de progresso

Na fase de design de um projeto, você não precisa necessariamente de uma renderização em tempo real. Você não chegou ao fim do projeto, e muitos elementos ainda podem variar. No entanto, você pode querer comunicar o projeto como está para uma parte externa, como o cliente, que pode solicitar um relatório de progresso a qualquer momento. Você deve ser capaz de propor um modelo 3D, o que pode ser feito de duas maneiras: apenas o visual ou o visual com a estrutura de árvore das peças.

Nesse caso, você tem três possibilidades:

1 – Produzir uma visualização fora do projeto em seu estado atual na forma de uma visualização 3D que não é necessariamente realista. Chamamos isso de TopSolid’Viewer: fornecemos os dados, então o parceiro os carrega e pode ver a mesma coisa que em nossa estação de trabalho.

2 – Autorizar um usuário a fazer login em um Product Data Manager (PDM) para que ele possa ver sua máquina em uma interface web simples, em um telefone celular ou em um tablet móvel. Em termos concretos, enviamos a eles um link de acesso.

3 – O último método consiste em enviar um link simples por e-mail para que o usuário faça login no site onde compartilhamos os dados 3D.

Quando o relatório de progresso de um projeto CAD 3D deve ser enviado?

O processo descrito acima pode ocorrer várias vezes no ciclo de design do produto. A ideia é alinhar com o cliente, que pode fazer as alterações e ajustes necessários para garantir o melhor resultado para seu projeto.

O histórico deve acompanhar todas essas interações, que é onde o PDM entra em jogo. Com o uso do PDM é possível visualizar tudo o que aconteceu. Tudo é rastreado no ambiente de gerenciamento.

Quando você chega ao final do seu projeto, após inúmeras trocas e discussões, pode iniciar a revisão em realidade virtual. Este ainda é um processo interativo, e você pode querer voltar atrás em certas escolhas de design.

Se você voltar atrás nas etapas de design “manualmente”, o processo pode se tornar complexo que é incontrolável. É melhor ter um sistema que seja inteligente o suficiente para reconstruir tudo sozinho, caso contrário, pode levar muito tempo.

Product Data Manager: a base para um bom relatório de progresso

Como você já deve ter observado em seus projetos, cada pessoa e cada empresa pode ter sua própria definição do que um relatório de progresso deve ser. Existem infinitas variações, desde nenhum formalismo (o cliente não sabe nada ou, pelo contrário, tem acesso total em tempo real, mas sem explicações), até um documento complexo e às vezes totalmente inutilizável.

Quer saber mais sobre as soluções que ajudam sua empresa a gerar e entender relatórios que realmente apoiam no desenvolvido de seus projetos?

Entre em contato com nossos especialistas e tire suas dúvidas.

Fonte: https://blog.topsolid.com/en/3d-design-digital-engineering/

 

XII Encontro Tecnológico Bener enaltece a inovação e traz conhecimento para a indústria brasileira

XII Encontro Tecnológico Bener enaltece a inovação e traz conhecimento para a indústria brasileira

A reunião de cerca de 80 empresas permitiu ao evento expor uma variedade de soluções e serviços, marcando o encontro como um espaço de inovação para a indústria

Nos dias 1, 2 e 3 de outubro, a Bener Máquinas realizou seu XII Encontro Tecnológico, reunindo cerca de 80 empresas que expuseram máquinas, equipamentos e soluções inovadoras para a indústria.

Em nosso estande, apresentamos os softwares que aprimoram a qualidade da produção industrial por estarem alinhados ao conceito de Fábrica Digital Integrada. Esses sistemas se conectam para otimizar o processo produtivo, proporcionando mais precisão e agilidade.

Além das empresas expositoras, o ‘Encontro’ ofereceu palestras técnicas de alto nível, ministradas por profissionais renomados. Entre esses executivos, nosso diretor comercial, Glauber Longo, palestrou sobre o tema “Garantindo a Eficiência e Produtividade com a Fábrica Digital Integrada da TopSolid“.

Ele abordou o modelo de ‘produção contra projeto’, no qual cada produto é personalizado para atender às necessidades específicas dos clientes. Também destacou vantagens como alta personalização, integração de engenharia e produção.

Glauber ressaltou os desafios de gestão complexa e prazos mais longos na produção contra projeto, mas demonstrou que as dificuldades podem ser superadas com soluções integradas, que garantem eficiência, controle de qualidade e custos reduzidos.

Ao final do XII Encontro Tecnológico, a TopSolid’Brasil comemorou sua participação e os resultados alcançados.

De acordo com nossos especialistas, Ricardo Dick e Matheus Arruda, foram três dias intensos de atualizações sobre as principais tendências do setor e troca de experiências.

A TopSolid’Brasil recebeu a visita de clientes e parceiros – executivos de empresas de grande expressão no setor. Isso reforçou o sentimento de que o evento é um ponto de encontro para empresas comprometidas em inovar e cooperar com o crescimento da indústria brasileira.

Agradecemos a todos que estiveram presentes e fazemos um agradecimento especial para Ricardo Lerner, que promoveu o XII Encontro Tecnológico com toda excelência!

 

Confira a visita de nossos parceiros e clientes no vídeo abaixo!